Há uma semana atrás o Rock in Rio lançou uma campanha contra o uso de drogas durante o festival, que acontecerá entre os dias 23 de setembro e 2 de outubro.
Hipocrisia à parte, a campanha foi uma bela jogada de marketing por parte da produção em relação aos olhos da sociedade, uma vez que há a associação do lema "sexo, drogas e rock and roll" com o festival.
Além de um jingle bem chatinho e um vídeo composto por alguns músicos e atores, a campanha trouxe também um site, Eu Vou sem Drogas, para tirar dúvidas do público em relação às drogas, o que pra mim, foi a coisa mais interessante até então. A equipe de profissionais para esclarecer as dúvidas é composta por seis médicos psiquiatras.
Para ler o texto na íntegra, clique aqui.
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sábado, 3 de setembro de 2011
sábado, 20 de agosto de 2011
Ciência explica por que álcool faz os outros ficarem mais bonitos
Estudo britânico atribuiu a queda na exigência à diminuição, provocada pelo álcool, da percepção de assimetrias faciais
O professor Lewis Halsey, que coordenou o estudo, explica que a simetria parece estar muito ligada ao poder de atração, pois, em muitos casos na natureza ela é ligada a eficiência. “Um pássaro com uma asa maior que a outra não vai voar tão eficientemente, assim como um animal com uma mandíbula assimétrica não vai comer tão bem”, disse ao iG. O que importa é que quase todos os organismos multicelulares apresentam algum grau de simetria.
Saindo um pouco do reino animal e pesquisando o comportamento humano, a equipe de Halsey contou com a ajuda de 64 voluntários (33 homens e 36 mulheres) na faixa dos 22 anos de idade. Cabia aos voluntários provar que o álcool faz todo mundo parecer mais bonito e para isto, foi preciso montar uma sessão de bebedeira. Eles foram divididos em dois grupos e 28 voluntários foram alcoolizados com cinco pints de cerveja ou cinco taças de vinho duas horas antes dos testes. O restante permaneceu sóbrio.
Os integrantes dos dois grupos tiveram de olhar para 20 fotos, cada uma com dois rostos e apontar qual era a pessoa mais atraente da dupla. Depois, mais 20 retratos foram apresentados aos voluntários. Só que desta vez eles avaliaram quanto o rosto de cada foto era simétrico.
Inebriante beleza
A comparação do resultado entre o grupo embriagado e o de abstêmios mostrou que o álcool alterou o poder de percepção. “Voluntários sóbrios apresentaram 10% a mais preferência pelos rostos mais simétricos que os embriagados”, disse. Os resultados também mostraram que aqueles que não beberam álcool antes dos testes também foram mais aptos na segunda parte do teste, que exigia determinar se os rostos eram simétricos ou não.
A pesquisa da universidade britânica mostrou que a beleza pode até ser inebriante, mas o álcool corrobora para que ela seja potencializada. “Os resultados sugerem que a bebida alcoólica pode ser parte da explicação de por que as pessoas tendem a considerar o alvo de conquista mais atraente quando se está bêbado, mas certamente muitos outros mecanismos estão envolvidos nisso também”, disse.
A pesquisa obteve um dado inesperado: tanto no grupo embriagado quanto no dos abstêmios, homens cometeram menos erros que as mulheres na segunda parte do teste quando tiveram de determinar se os rostos em fotos individuais eram assimétricos. No entanto, o teste mostrou que homens e mulheres tiveram preferência por rostos simétricos. “Isto pode ser parcialmente explicado pelo fato de que a aparência física é mais determinante na escolha do parceiro para os homens do que para as mulheres”, disse.
A equipe vai continuar o estudo, publicando nos próximos meses um artigo científico sobre testes desta vez feitos em laboratório. Após ir a campo, os pesquisadores avaliaram em laboratório os efeitos do álcool sobre a percepção visual. Como o estudo ainda não foi publicado, Halsey prefere manter o suspense sobre os novos resultados.
FONTESó para ilustrar, duas fotos de famosos, com e sem maquiagem, para te chocar e te fazer pensar melhor antes de achar uma pessoa super linda depois de umas várias doses! Levarei isso eternamente para a vida! haha
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Legalização da maconha
Vivemos em uma sociedade que culturalmente, antes mesmo de Cristo, já utiliza substâncias para recreação. Será que a utilização da maconha é um tão ruim, para uma sociedade que aceita, utiliza em larga escala e apóia o uso do tabaco e do álcool para recreação? Onde já existe um grande abuso, e um grande número de dependentes, fatores que levam a um problema de saúde pública. Não que a maconha (ou outra droga de abuso) não causem dependência, que depende de fatores biopsicossociais, da freqüência e quantidade de uso.
Não precisamos viver muito nesta sociedade para perceber que a proibição nada impede para que os indivíduos realizem o proibido (talvez excite mais para o proibido). Sempre há uma maneira de burlar e reinventar até mesmo o que já é legal (como nosso post da Inovação oO). Talvez aquele lema (sei lá de onde) “é proibido proibir” seja verdadeiro (e o mais sensato).
A Cannabis sativa foi criminalizada em quase todo o mundo no início do século passado e, desde a década de 80 é alvo de movimentos para sua legalização no Brasil.
A erva já foi descriminalizada em países como Holanda, Portugal, Países Baixos e Canadá, sendo esse último, apenas o uso medicinal, assim como no Estado da Califórnia nos EUA. Nesses lugares, a população pode ter um pequeno cultivo em casa e consumir uma pequena quantidade diária (alguns gramas), que varia de acordo com o local.
A Cannabis não é a única droga que contém princípios ativos que causam os mesmo efeitos de substâncias proscritas, mas é a que tem seu uso proibido. Um exemplo disso é a Ipomea violacea, uma planta que contém LSA (amida do ácido lisérgico), cujo efeito é similar ao do LSD (dietilamida do ácido lisérgico) e que é facilmente encontrada nos canteiros e jardins espalhados pelo país. Tanto o THC (encontrado na maconha), quanto o LSD são substâncias proscritas pela Portaria 344/98.
Outra droga com poder alucinógeno que tem seu uso liberado no país (para fins religiosos) é a Ayahuasca, popularmente conhecida como Chá do Santo Daime, mas além dos já citados, existem vários outros vegetais contendo substâncias psicoativas, mas que mesmo assim não tem seu uso e/ou cultivo proibidos. Agora... se algumas drogas são liberadas, por que a maconha não é? Qual a razão por trás disso?
O argumento usado nas últimas e frequentes manifestações a favor da legalização da maconha é uma diminuição na violência urbana, já que o tráfico da droga seria extinto.
A questão é: o Brasil está preparado para lidar com isso? Eu acho que não. Aqui tudo sempre é festa e as leis são ignoradas por boa parte da população. Penso que a maconha deve sim ser liberada, já que proibir tudo é impossível e nem é o caminho certo a seguir, mas esse deve ser um projeto a longo prazo. Até que a descriminalização aconteça é preciso reestruturar o país em todos os segmentos, a começar pela educação, dentro e fora das escolas, a evolução tem que partir de dentro das pessoas.
Acho que a descriminalização no país não está distante, mas acho também que ela chegará num período sem a estruturação necessária, mas você sabe né, aqui é Brasil!
Aqui temos dois vídeos abordando o assunto, agora cabe a você se decidir qual dos dois lados aceitar.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Quebrando o Tabu
O filme está em cartaz apenas em algumas cidades, mas parece ser bem interessante, acho que vale a pena!
Sinopse:
Há 40 anos os EUA levaram o mundo a declarar guerra às drogas, numa cruzada por um mundo livre de drogas. Mas os danos causados por elas nas pessoas e na sociedade só cresceram. Abusos, informações equivocadas, epidemias, violência e fortalecimento de redes criminosas são os resultados da guerra perdida numa escala global. Num mosaico costurado por Fernando Henrique Cardoso, "Quebrando o Tabu" escuta vozes das realidades mais diversas do mundo em busca de soluções, princípios e conclusões. Bill Clinton, Jimmy Carter e ex-chefes de Estado, como da Colômbia, do México e da Suíça, revelam porque mudaram de opinião sobre um assunto que precisa ser discutido e esclarecido. Do aprendizado de pessoas comuns, que tiveram suas vidas marcadas pela Guerra às Drogas, até experiências de Drauzio Varella, Paulo Coelho e Gael Garcia Bernal, "Quebrando o Tabu" é um convite a discutir o problema com todas as famílias.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Ibogaína
A iboga pertence à família dos alucinógenos clássicos, tendo como principal alcalóide a ibogaína, extraída da casca da raiz e que apresenta cerca de 90% dos alcalóides totais encontrados na raiz dessa espécie. É utilizado por via oral, na forma de chá da raiz (cerca de 200g) utilizada em cultos religiosos na África. O efeito do alucinógeno pode variar de 24h a 36h, sendo descrito em três fases: Na primeira fase, depois de tomar (0-1 horas),causam alteração do visual e na percepção, pacientes sofrem de baixa capacidade de coordenação e sentem a necessidade de se deitar;Na segunda fase (1-7 horas) é freqüentemente chamado de "o estado de sonho acordado". Os pacientes, geralmente, são esmagados pelos efeitos da experiência: alucinações emoções, mudanças na percepção do próprio corpo, tempo e espaço; Na terceira fase é muitas vezes chamado de "cognitiva a fase de introspecção profunda", que normalmente começa 8-36 horas após tomar a ibogaína. Parece que o corpo está dormindo, enquanto o espírito é completamente desperto, essa fase é caracterizada por uma avaliação intelectual de experiências anteriores e as escolhas feitas.
A droga vem sendo estudada para a cura da dependência de opiáceos, alcoolismo, dependência a cocaína. Observou-se que a ibogaína pode reduzir significativamente os sintomas de abstinência que aparecem com a interrupção de uma substância viciante. Na maioria dos casos esta ação é bem eficaz e acontece rapidamente, com apenas uma dose, podendo estar relacionada há características individuais e ao ambiente em que esta sendo administrada a droga, e de que forma esta sendo desenvolvida pelo administrador.
De acordo com italiano Antonio Bianchi, médico e toxicólogo em produtos naturais, a ibogaína "age sobre uma quantidade de receptores neuronais incrível. Sua característica fundamental é a sua ação sobre a NMDA (N-metil-D-aspartate). Estes receptores estão presentes, sobretudo em duas áreas: o hipocampo, que controla a memória e as recordações, e a sensibilidade proprioceptiva, parte responsável pela sensação que temos do nosso corpo físico." Se estes receptores são bloqueados, a pessoa constrói uma imagem do "eu" que não está relacionada com o eu físico, ou seja, está fora do corpo. Este seria o mecanismo neurofisiológico da "viagem astral", o ponto de encontro entre a teoria nativa e a científica. “Nestas condições, o homem tende a construir aquilo que é definido como uma bird eye image, ou seja, o sujeito assume uma projeção de si mesmo a partir de uma posição do alto”, afirma o médico.
Algumas pesquisas estão sendo desenvolvidas em vários países, mas ainda se muito a definir, como qual a melhor forma de administrá-la, os verdadeiros riscos dessa administração, e ainda o preconceito que se tem imposta sobre o uso de drogas psicoativas.
Fonte : http://www.neip.info/downloads/Eboka.pdf
http://www.ibogaine.desk.nl/ibogaine_udi_bastiaans.pdf
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Inovação? Oo
Gente, tava dando uma olhada no Yahoo! e me deparo com a seguinte manchete: Absorvente com vodca?
Tive que postar aqui né?!
A cada geração, os jovens inovam nas maneiras de saírem de si. A mais nova moda entre os adolescentes na Alemanha é usar absorventes internos embebidos em vodca para se embriagar. Dá pra acreditar?
Tive que postar aqui né?!
A cada geração, os jovens inovam nas maneiras de saírem de si. A mais nova moda entre os adolescentes na Alemanha é usar absorventes internos embebidos em vodca para se embriagar. Dá pra acreditar?
Buscando evitar o cheiro da bebida no hálito, as meninas apelaram para esse método, já que a mucosa da vagina é capaz de absorver substâncias com facilidade. Segundo o site The Local, alguns meninos também estão usando os absorventes, mas por via anal.
Ainda de acordo com a publicação, recentemente uma adolescente de 14 anos foi interna dadurante um festival de rua em Konstanz após se intoxicar com um absorvente cheio de vodka.
As autoridas médicas locais garantem que introduzir bebida alcoólica na vagina pode ser altamente prejudicial à saúde, facilitando infecções e causando danos às paredes vaginais.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
David after dentist
Depois de uma ida ao dentista, David se encontra um pouco muito desorientado por causa do anestésico utilizado para a extração de um dente.
Agora... Se uma substância lícita e de uso medicinal pode fazer isso com você, imagine uma ilícita e que você nem sabe a procedência... Reflita!
Agora... Se uma substância lícita e de uso medicinal pode fazer isso com você, imagine uma ilícita e que você nem sabe a procedência... Reflita!
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Maconha causa dependência?
Assunto de grande dificuldade de definição. Não se sabe ao certo se a maconha causa a síndrome de abstinência, que pode ser caracterizada por sofrimento mental, sofrimento físico e mal-estar. Mesmo sem observações conclusivas sobre a dependência física, existem pessoas que acusam sintomas da falta da maconha como insônia, náuseas, dores musculares, ansiedade, inquietação, irritabilidade, sensação de frio, suor, diarréia, falta de apetite...
O mecanismo de ação não é muito elucidado, mas acredita-se que atue no sistema nervoso central, nos receptores canabinóides CB1 e CB2. Estudos com animais têm demonstrado que aumentam a concentração de dopamina no estriado e no sistema mesolímbico5. A necessidade do uso da droga pode estar ligada a liberação aumentada sobre o efeito da mesma, e a busca pelos efeitos prazerosos que a dopamina causa leva ao uso contínuo da droga, que pode dirigir o usuário a uma habituação psicológica, caracterizando o vício.
Para saber mais clique AQUI!
quarta-feira, 6 de abril de 2011
sábado, 2 de abril de 2011
Colorado Medical Marijuana
Vejam o site de um perfil do twitter que começou a me seguir:
http://www.coloradomedicalmarijuana.com/
http://www.coloradomedicalmarijuana.com/
quarta-feira, 30 de março de 2011
Maconha: riscos e benefícios
Além de possuir propriedades sedativas e ansiolíticas, a maconha pode produzir, dependendo da dose, euforia, alteração da percepção do tempo e aumento da sensitividade perceptual. Pode causar, ainda, pânico e ansiedade, mais comuns em usuários novatos. Entretanto, vale salientar que tais efeitos são influenciados por variáveis psicobiologias (características individuais, expectativas e motivações) e ambientais (contexto sociocultural onde ocorre o uso do psicoativo).
Apesar disto, a maconha e suas substâncias possuem potencial terapêutico, como por exemplo, em pacientes sob tratamento quimioterápico – efeitos antieméticos, em casos de dores de origem neural, pós-operatório ou por espasmo muscular – efeitos analgésicos; em pessoas com glaucoma – propriedade de reduzir a pressão intraocular; por seus efeitos anticonvulsivos; por seu efeito estimulante do apetite com consequente ganho de peso e melhora do estado nutricional em pacientes de AIDS e cânceres; por seus efeitos antiespasmóticos para pacientes com esclerose múltipla; como relaxante muscular; e possivelmente como coadjuvante nos tratamentos das enfermidades de Alzheimer, Parkinson e coreia de Huntington.
Logo, fica evidente o potencial da maconha e de suas substâncias como novos medicamentos e a necessidade de estimular pesquisas deste psicoativo, pois a maconha pode possuir boa relação custo-benefício.
Alguns países já aprovaram ou estão em vias de aprovar seu uso terapêutico. No entanto, é importante lembrar que se fumada, a maconha pode causar efeitos nocivos ao trato respiratório, e por isso, deve haver investimento em pesquisa e desenvolvimento de formas farmacêuticas alternativas.
Apesar disto, a maconha e suas substâncias possuem potencial terapêutico, como por exemplo, em pacientes sob tratamento quimioterápico – efeitos antieméticos, em casos de dores de origem neural, pós-operatório ou por espasmo muscular – efeitos analgésicos; em pessoas com glaucoma – propriedade de reduzir a pressão intraocular; por seus efeitos anticonvulsivos; por seu efeito estimulante do apetite com consequente ganho de peso e melhora do estado nutricional em pacientes de AIDS e cânceres; por seus efeitos antiespasmóticos para pacientes com esclerose múltipla; como relaxante muscular; e possivelmente como coadjuvante nos tratamentos das enfermidades de Alzheimer, Parkinson e coreia de Huntington.
Logo, fica evidente o potencial da maconha e de suas substâncias como novos medicamentos e a necessidade de estimular pesquisas deste psicoativo, pois a maconha pode possuir boa relação custo-benefício.
Alguns países já aprovaram ou estão em vias de aprovar seu uso terapêutico. No entanto, é importante lembrar que se fumada, a maconha pode causar efeitos nocivos ao trato respiratório, e por isso, deve haver investimento em pesquisa e desenvolvimento de formas farmacêuticas alternativas.
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quarta-feira, 16 de março de 2011
sábado, 12 de março de 2011
Perfil do uso de drogas entre mulheres
O comportamento feminino vem apresentando mudanças ao longo dos anos, essas mudanças são evidentes em vários aspectos da vida feminina, prioritariamente pela luta da igualdade com os homens, gerou a inserção feminina em varias estatísticas antes dominadas pelos homens, em relação a áreas profissionais, a aquisição de bens, independência social, financeira, entre outros de mas um em especial será evidenciado neste post, que é o uso de drogas entre mulheres.
Não é novidade que a dependência química já é um assunto de saúde pública e que o número de dependentes cresce assustadoramente em todo o mundo. O que talvez muitos não soubessem é que as mulheres são donas de grande e crescente porcentagem entre esses usuários.
Pesquisas indicam que o consumo feminino é iniciado um ano depois quando comparado ao masculino, mas a quantidade ingerida é a mesma em ambos os casos. Entre as substâncias mais comuns na dependência feminina estão: etanol, nicotina, benzodiazepínicos, anfetaminas e cocaína.
Ao que parece, a maior parte das mulheres começam a ingerir substâncias ilícitas e álcool para acompanhar seus namorados e/ou maridos e, mesmo com o fim do relacionamento, dificilmente param. Já os homens começam a utilizar acompanhado por amigos.
Outra diferença entre os gêneros é a motivação para o uso. Os homens não têm motivos especiais para isso, mas a mulheres costumam consumir mais em momentos de depressão e melancolia.
O estigma social em relação às mulheres é bastante expressivo, sendo julgadas como promíscuas amorais e incapazes de cuidar da família e dos filhos. E, em razão disso, muitas fazem uso às escondidas. O sentimento de culpa é uma constante. São muitos os conflitos com a família, e o abandono por parte do companheiro se dá em certos casos. (AQUINO, 1997). Por esses motivos a reabilitação se torna mais difícil.
No caso do álcool, as mulheres absorvem 30% a mais que os homens e, assim, ficam quatro vezes mais embriagadas que eles com a mesma dose. Isso acontece porque as mulheres têm menos enzimas álcool desidrogenase que os homens.
A busca por um corpo perfeito sem muito esforço é outra causa da dependência feminina, dessa vez por anfetaminas. Essas substâncias agem no Sistema Nervoso Central como estimulantes levando o coração e os sistemas orgânicos a funcionarem em alta velocidade, tendo como conseqüência o aumento dos batimentos cardíacos e da pressão arterial. Ao agir nos centros de controle do hipotálamo reduz a atividade gastrintestinal e inibe o apetite por até 14 horas, dependendo da dosagem.
Poderíamos ficar horas falando sobre esse assunto, alertando sobre os riscos, as perdas e todas as conseqüências ruins, mas todos sabem que o uso dessas substâncias não faz bem. Não estamos aqui para julgar e nem discriminar ninguém. Nosso intuito é informar a população em relação ao uso de drogas e os perigos representados por esse hábito
Informações retiradas dos nossos dilúvios imaginários, DAQUI e DAQUI!
Não é novidade que a dependência química já é um assunto de saúde pública e que o número de dependentes cresce assustadoramente em todo o mundo. O que talvez muitos não soubessem é que as mulheres são donas de grande e crescente porcentagem entre esses usuários.
Pesquisas indicam que o consumo feminino é iniciado um ano depois quando comparado ao masculino, mas a quantidade ingerida é a mesma em ambos os casos. Entre as substâncias mais comuns na dependência feminina estão: etanol, nicotina, benzodiazepínicos, anfetaminas e cocaína.
Ao que parece, a maior parte das mulheres começam a ingerir substâncias ilícitas e álcool para acompanhar seus namorados e/ou maridos e, mesmo com o fim do relacionamento, dificilmente param. Já os homens começam a utilizar acompanhado por amigos.
Outra diferença entre os gêneros é a motivação para o uso. Os homens não têm motivos especiais para isso, mas a mulheres costumam consumir mais em momentos de depressão e melancolia.
O estigma social em relação às mulheres é bastante expressivo, sendo julgadas como promíscuas amorais e incapazes de cuidar da família e dos filhos. E, em razão disso, muitas fazem uso às escondidas. O sentimento de culpa é uma constante. São muitos os conflitos com a família, e o abandono por parte do companheiro se dá em certos casos. (AQUINO, 1997). Por esses motivos a reabilitação se torna mais difícil.
No caso do álcool, as mulheres absorvem 30% a mais que os homens e, assim, ficam quatro vezes mais embriagadas que eles com a mesma dose. Isso acontece porque as mulheres têm menos enzimas álcool desidrogenase que os homens.
A busca por um corpo perfeito sem muito esforço é outra causa da dependência feminina, dessa vez por anfetaminas. Essas substâncias agem no Sistema Nervoso Central como estimulantes levando o coração e os sistemas orgânicos a funcionarem em alta velocidade, tendo como conseqüência o aumento dos batimentos cardíacos e da pressão arterial. Ao agir nos centros de controle do hipotálamo reduz a atividade gastrintestinal e inibe o apetite por até 14 horas, dependendo da dosagem.
Poderíamos ficar horas falando sobre esse assunto, alertando sobre os riscos, as perdas e todas as conseqüências ruins, mas todos sabem que o uso dessas substâncias não faz bem. Não estamos aqui para julgar e nem discriminar ninguém. Nosso intuito é informar a população em relação ao uso de drogas e os perigos representados por esse hábito
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