Há uma semana atrás o Rock in Rio lançou uma campanha contra o uso de drogas durante o festival, que acontecerá entre os dias 23 de setembro e 2 de outubro.
Hipocrisia à parte, a campanha foi uma bela jogada de marketing por parte da produção em relação aos olhos da sociedade, uma vez que há a associação do lema "sexo, drogas e rock and roll" com o festival.
Além de um jingle bem chatinho e um vídeo composto por alguns músicos e atores, a campanha trouxe também um site, Eu Vou sem Drogas, para tirar dúvidas do público em relação às drogas, o que pra mim, foi a coisa mais interessante até então. A equipe de profissionais para esclarecer as dúvidas é composta por seis médicos psiquiatras.
Para ler o texto na íntegra, clique aqui.
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sábado, 3 de setembro de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Legalização da maconha
Vivemos em uma sociedade que culturalmente, antes mesmo de Cristo, já utiliza substâncias para recreação. Será que a utilização da maconha é um tão ruim, para uma sociedade que aceita, utiliza em larga escala e apóia o uso do tabaco e do álcool para recreação? Onde já existe um grande abuso, e um grande número de dependentes, fatores que levam a um problema de saúde pública. Não que a maconha (ou outra droga de abuso) não causem dependência, que depende de fatores biopsicossociais, da freqüência e quantidade de uso.
Não precisamos viver muito nesta sociedade para perceber que a proibição nada impede para que os indivíduos realizem o proibido (talvez excite mais para o proibido). Sempre há uma maneira de burlar e reinventar até mesmo o que já é legal (como nosso post da Inovação oO). Talvez aquele lema (sei lá de onde) “é proibido proibir” seja verdadeiro (e o mais sensato).
A Cannabis sativa foi criminalizada em quase todo o mundo no início do século passado e, desde a década de 80 é alvo de movimentos para sua legalização no Brasil.
A erva já foi descriminalizada em países como Holanda, Portugal, Países Baixos e Canadá, sendo esse último, apenas o uso medicinal, assim como no Estado da Califórnia nos EUA. Nesses lugares, a população pode ter um pequeno cultivo em casa e consumir uma pequena quantidade diária (alguns gramas), que varia de acordo com o local.
A Cannabis não é a única droga que contém princípios ativos que causam os mesmo efeitos de substâncias proscritas, mas é a que tem seu uso proibido. Um exemplo disso é a Ipomea violacea, uma planta que contém LSA (amida do ácido lisérgico), cujo efeito é similar ao do LSD (dietilamida do ácido lisérgico) e que é facilmente encontrada nos canteiros e jardins espalhados pelo país. Tanto o THC (encontrado na maconha), quanto o LSD são substâncias proscritas pela Portaria 344/98.
Outra droga com poder alucinógeno que tem seu uso liberado no país (para fins religiosos) é a Ayahuasca, popularmente conhecida como Chá do Santo Daime, mas além dos já citados, existem vários outros vegetais contendo substâncias psicoativas, mas que mesmo assim não tem seu uso e/ou cultivo proibidos. Agora... se algumas drogas são liberadas, por que a maconha não é? Qual a razão por trás disso?
O argumento usado nas últimas e frequentes manifestações a favor da legalização da maconha é uma diminuição na violência urbana, já que o tráfico da droga seria extinto.
A questão é: o Brasil está preparado para lidar com isso? Eu acho que não. Aqui tudo sempre é festa e as leis são ignoradas por boa parte da população. Penso que a maconha deve sim ser liberada, já que proibir tudo é impossível e nem é o caminho certo a seguir, mas esse deve ser um projeto a longo prazo. Até que a descriminalização aconteça é preciso reestruturar o país em todos os segmentos, a começar pela educação, dentro e fora das escolas, a evolução tem que partir de dentro das pessoas.
Acho que a descriminalização no país não está distante, mas acho também que ela chegará num período sem a estruturação necessária, mas você sabe né, aqui é Brasil!
Aqui temos dois vídeos abordando o assunto, agora cabe a você se decidir qual dos dois lados aceitar.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Quebrando o Tabu
O filme está em cartaz apenas em algumas cidades, mas parece ser bem interessante, acho que vale a pena!
Sinopse:
Há 40 anos os EUA levaram o mundo a declarar guerra às drogas, numa cruzada por um mundo livre de drogas. Mas os danos causados por elas nas pessoas e na sociedade só cresceram. Abusos, informações equivocadas, epidemias, violência e fortalecimento de redes criminosas são os resultados da guerra perdida numa escala global. Num mosaico costurado por Fernando Henrique Cardoso, "Quebrando o Tabu" escuta vozes das realidades mais diversas do mundo em busca de soluções, princípios e conclusões. Bill Clinton, Jimmy Carter e ex-chefes de Estado, como da Colômbia, do México e da Suíça, revelam porque mudaram de opinião sobre um assunto que precisa ser discutido e esclarecido. Do aprendizado de pessoas comuns, que tiveram suas vidas marcadas pela Guerra às Drogas, até experiências de Drauzio Varella, Paulo Coelho e Gael Garcia Bernal, "Quebrando o Tabu" é um convite a discutir o problema com todas as famílias.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
David after dentist
Depois de uma ida ao dentista, David se encontra um pouco muito desorientado por causa do anestésico utilizado para a extração de um dente.
Agora... Se uma substância lícita e de uso medicinal pode fazer isso com você, imagine uma ilícita e que você nem sabe a procedência... Reflita!
Agora... Se uma substância lícita e de uso medicinal pode fazer isso com você, imagine uma ilícita e que você nem sabe a procedência... Reflita!
quarta-feira, 6 de abril de 2011
quarta-feira, 16 de março de 2011
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